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A importância da proteína na alimentação

Uma alimentação saudável, equilibrada e variada é fundamental para uma boa qualidade de vida. Isso significa consumir, em quantidades adequadas e balanceadas, alimentos que forneçam todos os nutrientes essenciais para o corpo: carboidratos, gorduras boas, fibras alimentares, vitaminas, minerais, antioxidantes e, é claro, proteína.

A nutricionista e planejadora da GRSA|Compass, Elza Alves, explica que as proteínas são nutrientes presentes em diversos alimentos, tanto de origem animal, quanto vegetal. Para se manter saudável, uma pessoa precisa de aproximadamente 1g de proteína para cada 1kg de peso. Ou seja, uma pessoa de 70 kg precisa de aproximadamente 70g desse nutriente. “As quantidades variam de acordo com cada indivíduo e suas particularidades. Por isso, a avaliação de um nutricionista é muito importante”, explica.

Papel da proteína no organismo
As proteínas são formadas por aminoácidos que contribuem para o crescimento dos tecidos, ajudando no correto desenvolvimento e funcionamento do corpo, participando de vários processos em nosso organismo por meio de algumas funções:

– Função construtora: atua diretamente na formação e manutenção de ossos, músculos, cartilagens, dentes, unhas, cabelos e pele;
– Função reguladora: regula processos químicos essenciais ao bom funcionamento do nosso cérebro e formam os neurotransmissores que levam informações dos neurônios ao restante do corpo, além disso regulam hormônios, e equilibram a velocidade das reações químicas que acontecem dentro e fora das nossas células.

“E ainda, muito importante em época de pandemia, as proteínas agem na produção de anticorpos, o que garante uma boa imunidade”, diz Elsa.

Dieta balanceada
Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, um nutriente isolado não é satisfatório para garantir a saúde. Para manter uma dieta balanceada, é necessário consumir todos os grupos alimentares, priorizando o consumo de alimentos in natura, de preferência integrais e livre de aditivos, como açúcar, óleos, gorduras e aromatizantes, entre outros.

De acordo com Elza, para melhorar a absorção dos aminoácidos – compostos menores que formam as proteínas – as combinações de cereal (arroz, milho ou trigo) e leguminosa (feijões de todas as cores), cereal e verduras e, ainda, tubérculos e leguminosas são eficientes. “A recomendação é sempre o consumo de menor porção de produtos de origem animal”, comenta.

Fontes de proteínas
Os alimentos de origem animal são a maior fonte de proteína. Em resumo, são as carnes de todos os tipos, leites e seus derivados, além de vegetais e grãos. Um aspecto interessante a ser levado em consideração é o modo de preparo desses alimentos.

Alerta sobre a proteína animal
É importante reforçar que além de não conter fibra, os alimentos de origem animal, podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis, as chamadas gorduras saturadas. Essas características podem favorecer o risco de obesidade, de doenças do coração e de outras doenças crônicas.

Alternativas à proteína animal
Atualmente, há um aumento significativo do número de pessoas que está aderindo ao estilo de vida vegetariano ou vegano. De acordo com Elza, é possível manter uma dieta adequada e rica em proteínas por meio do consumo de leguminosas, cereais – de preferência integrais-, vegetais de todos os tipos – principalmente os verdes escuros – e os derivados de soja, como o tofú e a proteína de soja. “Em algumas situações, após avaliação de médico ou nutricionista, para as pessoas que adotam o estilo de vida vegetariano ou vegano, é necessário suplementação de macronutrientes (proteína vegetal) e/ou micronutrientes (vitaminas e minerais)”, explica.

Programas adotados pela GRSA|Compass
Pensando nas pessoas que não consomem proteína de origem animal, a GRSA|Compass adotou dois programas. O primeiro é o Veg Revolution, uma plataforma com cardápios diferenciados à base de plantas, minuciosamente pensado para suprir as necessidades nutricionais.

A empresa também adota o programa Segunda sem Carne, que faz parte das ações da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira) para incentivar os consumidores dos restaurantes a optarem, uma vez na semana, por trocar o cardápio onívoro pelo vegetariano.