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A importância do zinco na alimentação

Ter uma alimentação rica em minerais é essencial para manter a saúde em dia. O zinco está entre os mais importantes para o bom funcionamento das funções do corpo, uma vez que está presente em quase todas as células do organismo.

De acordo com a nutricionista e gerente de Unidade Sênior da GRSA|Compass, Jéssica Clementino Pereira, o zinco auxilia não apenas na imunidade, mas no crescimento e desenvolvimento durante a gestação, infância e adolescência. Também é necessário para a cicatrização de feridas e importante para a manutenção do paladar e do olfato.

“Esse mineral é essencial para que nosso corpo continue funcionando de maneira eficiente. Ele nos protege de um número grande de doenças e ajuda a combater outras que já se instalaram em nosso organismo”, explica.

A especialista reforça que o zinco é considerado um poderoso antioxidante, previne o câncer, estimula a função imunológica, melhora a capacidade cognitiva, reduz o cansaço mental e auxilia na manutenção dos níveis ideais de hormônios.

Sintomas da falta de zinco
O zinco atua em diversas funções do corpo e a falta dele tem consequências como deficiência no sistema imunológico, ferimentos que não cicatrizam, alterações no paladar e no comportamento, intolerância à glicose, hipogonadismo, diminuição do paladar, retardo de crescimento e atraso na maturação sexual.

“A deficiência de zinco afeta diretamente o sistema imunológico, produzindo uma diminuição direta e rápida na função das células T. Essas células são as que elevam o sistema imunológico do corpo humano na presença de vírus ou bactérias”, diz Jéssica.

Fontes de zinco
Indivíduos saudáveis que possuem uma alimentação saudável não precisam suplementar o nutriente. A ingestão recomendada é de 8 mg por dia para mulheres e 11 mg para homens.

As principais fontes de zinco são: ostras, camarão, carnes bovina, de frango e de peixe, fígado, gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, frutas, legumes e tubérculos.

Excesso faz mal
Apesar de ser essencial para o organismo, pode fazer mal à saúde, quando consumido em excesso, ou seja, mais de 50 mg por dia, durante semanas. Isso acontece devido à relação do mineral com as moléculas de cobre no organismo. Quando os níveis de zinco estão muito altos na corrente sanguínea, a quantidade de cobre diminui, deixando a pessoa com deficiência deste outro importante mineral.

Os principais sintomas de excesso de zinco e falta de cobre no organismo são diarreia, sonolência, letargia, enjoo e vômitos frequentes. “Antes de tomar suplementos, é necessário consultar um especialista para saber se eles são realmente necessários e qual a dose indicada”, finaliza.